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DERIVA SIMULADA DE 2,4-D E DICAMBA SOBRE PLANTAS JOVENS DE CITROS, ALFACE E TOMATE E DESCONTAMINAÇÃO DE TANQUE DE PULVERIZAÇÃO APÓS USO DESTES HERBICIDAS
Gustavo Dutra Roesler, Patricia Andrea Monquero, Rafael Pires da Silva, Ana Victoria Jeronimo, Luana Carolina Gomes Jonck

Última alteração: 2019-10-02

Resumo


O desenvolvimento de culturas resistentes ao 2,4-D e dicamba pode refletir em maior uso destes herbicidas em áreas agrícolas, inclusive, perto de espécies suscetíveis a estes herbicidas. Portanto, os objetivos deste trabalho foram avaliar o efeito de subdoses de 2,4-D e dicamba sobre mudas de citros, alface e tomate e avaliar diferentes métodos de descontaminação de pulverizadores. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições por tratamento. As mudas de citros, alface e tomate foram submetidas às diferentes doses de 2,4-D e dicamba – 1, 1/2, 1/8, 1/32, 1/128 e 1/512 das doses comerciais 670 g i.a ha-1 e 560 g i.a ha-1, respectivamente. As avaliações de fitotoxicidade foram feitas aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DDA). Aos 60 DAA foi realizada a retirada da biomassa seca da parte aérea das plantas de citros, e aos 45 DAA, a retirada da biomassa das plantas de alface e tomate. A maior porcentagem de fitotoxicidade para citros quando aplicado 2,4-D,  foi de 72,50% para 1D aos 28 DAA, parâmetro significativamente menor quando comparado com 1/2D com 25%, sendo que não foi constatada diferença estatística entre 1/8D, 1/32D, 1/128D, e 1/512D quanto à testemunha. A biomassa não diferiu estatisticamente para nenhuma das doses aplicadas de 2,4-D. As fitotoxicidades mais elevadas para as doses de dicamba foram de 1D, seguida pela 1/2D aos 28 DAA, sendo de 52,5 e 27,5%, respectivamente. A biomassa seca foi estatisticamente inferior para as plantas tratadas com 1D do herbicida. Para o alface, o 2,4-D gerou injúrias letais às plantas quando tratadas com 1D, 1/2D e 1/8D, e verificou-se diferenças estatísticas entre 1/32D e 1/128D, que por sua vez, apresentaram 36% e 22% de fitotoxicidade. Quanto à biomassa, o tratamento 1/32D apresentou 10,97 g, enquanto 1/128D apresentou 14,44 g, ambos diferindo estatisticamente entre si e com a testemunha. Quanto aos dados referentes ao dicamba, apenas 1D foi letal às plantas, porém, 1/2D ocasionou 91% de fitoxicidade, não diferindo estatisticamente da maior dose. A biomassa diferiu estaticamente em 1D e 1/2D, vide os altos níveis de injúrias. No que diz respeito à simulação de deriva para tomate, o 2,4-D afetou significativamente as plantas até 1/32D com fitotoxicidade de 26%, sendo que os tratamentos 1D, 1/2D e 1/8D apresentaram fitotoxicidade de 90, 87 e 62%, respectivamente, aos 28 DAA. A biomassa não diferiu estatisticamente para os tratamentos 1/32D, 1/128D e 1/512D. Em relação ao dicamba, os tratamentos 1D e 1/8D foram letais para as plantas. Os tratamentos 1/128D e 1/512D foram estatisticamente iguais à testemunha. Quanto à biomassa, houve diferença estatística entre 1/512D com 2,73 g e 1/128D com 2,22 g em comparação à testemunha, com 2,81 g. No segundo experimento, os pulverizadores foram utilizados com 2,4-D e dicamba e diferentes métodos de descontaminação foram empregados após o uso: água 1x, água 2x, água 3x, água + álcool (1:1), água + detergente e sem lavagem. Após o processo de lavagem, os pulverizadores foram novamente preenchidos com água e foi realizada a pulverização sobre plantas jovens de tomate. As avaliações de fitotoxicidade foram feitas aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DDA). Aos 45 DAA foi retirada e avaliada a biomassa da parte aérea. Para 2,4-D, os tratamentos de maior eficácia na descontaminação foram água 2x e água 3x, não diferindo estatisticamente da testemunha. Os piores tratamentos foram sem lavagem, água 1x e água + detergente, que apresentaram fitotoxicidade de 83,75%, 81,25% e 70%. Para o dicamba, água 2x, água 3x, água + álcool e água + detergente não diferiram estatisticamente, todos apresentando alta eficácia de descontaminação. Os piores tratamentos foram sem lavagem e água 1x, apresentando fitotoxicidade de 100% e 71,25%, respectivamente.

Palavras-chave


fitotoxicidade, descontaminação, subdoses, herbicidas hormonais

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